27 May 2010

eu chamo-te gay

Vives à margem da tua imagem e reprimes-te ao estereótipo que esta sociedade de aparências te obriga a representar. Finges ser quem não és para poderes sobreviver,dia após dia, num mundo de leis duras onde te impingem curas para a doença que te diagnosticaram.

Tens uma doença que não existe mas que te condena ao julgamento, por pessoas auto-intituladas normais, sem qualquer possibilidade de absolvição. És condenado por amares o próximo. Não ames o próximo... Ama a próxima!

Não segues os padrões. Armas-te em diferente! Queres que te aceitem assim? Lamento. Quem te manda ser assim?! Não sabes?! Toda a gente quer saber porque és assim, mas ninguém quer entender... Continua a representar e a amar escondido.

Obrigam-te a viver à margem. Por isso isolas-te do mundo, mentindo a ti próprio e a quem te rodeia.

Não, tu não és diferente... És igual a tantos outros que vivem escondidos como tu...

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